Eu tenho um sonho: "Ensinar para muitas pessoas o máximo possível do que eu sei." Epitácio Filho
Cá, nas terras tupinambás do meio-norte do Brasil: São Luís do Maranhão, em duas personalidades literárias nos atemos: Nauro Machado, já sem "quota de angústia e sem parcela de nada", o construtor de sonetos bem-edificados que costumava produzir poesia refinada e viva. O que nos anima é o fato de termos mais uma estrela que cintila luzes, tal qual carro-chefe das nossas alegorias literárias: José Ribamar Ferreira ou simplesmente Ferreira Gullar, escritor, poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, memorialista e ensaísta maranhense/brasileiro, um dos fundadores do neoconcretismo. O radical de homenagem é homem, do vassalo provençal ao ser — espécie — hominatìcus do latim. Por apreço e respeito esta página homenageia escritores, bardos, líricos, rimadores, trovadores, vates, versejadores e talentos que emprestam/transferem legado aos demais viventes. Aqui homenageamos literatos de vários naipes e verves. Cá, no Maranhão, nada é tão ubíquo quanto o ser poeta, muitos são os que merecem mais do que simples homenagens. Entretanto, é, o que nos é possível fazer sem privilegiarmos um ou outro, uma vez que praticar isenção ao que é diletante é deveras delicado, o fazemos por livre arbítrio. Esta página é pequena, mas, no momento adequado, muitos, aqui, haverão de marcar presença.

Leia poema no blog de Glauger Ramos: quintalvelho.blogspot.com.br/2011/01/nauro-machado.html

Laurel ao vate, et litteratus, Alberico Carneiro Filho

Poeta, romancista, professor e editor do Guesa Errante (Suplemento Cultural e Literário do Jornal Pequeno) e insulado pleno
— Ilha de Sant’Ana e São Luís — Sempre produziu alimentado por amores ao mar e aos seus frutos. Mesmo quando escreve sobre mamíferos alados evoca enjôos marinhos.

Em breve, nesta página, novas homenagens aos literatos maranhenses

FERREIRA GULLAR

José Ribamar Ferreira foi um escritor mundialmente conhecido pelo nome Ferreira Gullar, (Ferreira nome paterno de familía, Gullar foi aportuguesado do nome da mãe oriundo do francês: Goulart). Escritor, poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, memorialista e ensaísta brasileiro e um dos fundadores do neoconcretismo. Literato muito produtivo que escrevia rápido poemas límpidos e sujos a noites ou em dias velozes.

Autor plural que nos legou vasta folha de serviço que não daria para traduzir-se nessa pequena página de site.

 

ABAIXO, UM TEXTO MULTIMÍDIA EM HOMENAGEM AO MESTRE